13-02-18

Para se ler compulsivamente: Aos perdidos, com amor

Livro Aos Perdidos, com Amor

A gente sempre escuta que não devemos julgar um livro pela capa. Pois foi exatamente o que eu fiz com Aos Perdidos, com Amor.

Quando comprei “Aos perdidos, com amor”, de Brigid Kemmerer, foi um dia que eu ia passar horas no ônibus, e cá entre nós: eu queria algo meio mamão com açúcar, docinho e acertei em cheio na escolha. A história me prendeu tanto, que terminei em dois dias.

Aos perdidos com amor, é o primeiro livro lançado em português de Brigid Kemmerer pela Plataforma 21. Brigid tem obras dedicadas a jovens, e este livro não é diferente. Aos perdidos, com amor é narrado por dois personagens diferentes: Juliet Young e Declan Murphy. A autora, acerta em cheio ao fazer isso, pois consegue dar cor e forma diferentes para ambos os personagens.

Se Juliet Young fosse uma cor, eu tenho certeza que ela seria cinza. Juliet perdeu a mãe pouco mais de x. E, apesar de a primeira instância, todos a terem compreendido, agora, todos esperam que ela volte a ser a Juliet de antes: vivida e cheia de cores. O que a mantém sua sanidade é escrever cartas para a sua mãe, hábito que Juliet manteve mesmo com a morte de sua mãe, pois como sua mãe era uma renomada fotografa e mal ficava em casa, trocar cartas deixava a relação mãe e filha viva, mesmo com a distância. Ela passa horas a fio no cemitério, escrevendo cartas que teoricamente não seriam lidas… Porém Declan Murphy não é lá uma pessoa que segue muitas regras de etiqueta.

Declan Murphy, aparentemente é o típico jovem rebelde, que as pessoas esperam que ele não faça a coisa certa. O que ninguém sabe, é tudo o que ele já passou em sua vida, e como atrás dessa aparência de durão, tudo o que ele tem é um coração puro. Porém, Declan cometeu um crime, e foi condenado a prestar serviço comunitário… No cemitério.

O destino prega peças, não é mesmo? Quem diria que logo Juliet, iria se juntar com o mais durão da escola?

Apesar de nem Juliet e nem Declan saberem quem é o seu remetente anônimo, ao leitor essa informação é dada quase que imediatamente. O livro tem uma linguagem fácil e jovial. Sua leitura flui, e apesar de ter exatas 450 páginas, é um livro de leitura fácil. Muitas vezes, eu mesma estava curiosa e fui lendo de pé no ônibus.

Se você está procurando um livro que te prenda, e que seja fácil de ler, aconselho MUITO Aos Perdidos, com Amor. Pelo o que eu pesquisei, o lugar que me custa menos golpinhos é na Saraiva.

Se ler, deixa aqui embaixo o que achou?

 

deixa um pouquinho de você comigo 💕
  1. em 18/02/2018

    Gostei da premissa do livro, e ainda mais de saber que alguns momentos dele podem se passar num cemitério hehe. Embora eu não seja exatamente fã de livros com romances adolescentes, a gente acaba se ingressando por alguns casos a parte. Adorei a resenha, e espero conseguir lê-lo logo 🙂

  2. em 18/02/2018

    Parece ser um bom livro, porém não um que eu leria… não sou muito chegada a esse tipo de história… Mas sua resenha ficou muito boa. =) Mas quem diria… um casal que se conhece num cemitério… É algo mesmo inusitado… rs
    Bjks!

    Mundinho da Hanna

  3. em 18/02/2018

    As vezes eu sou assim, eu julgo o livro pela capa. Mas é a primeira coisa que sempre me chama a atenção. Vou fazer uma pesquisa sobre esse livro , achei ele bem interessante , Sucesso <3

  4. em 19/02/2018

    Fiquei com vontade de ler o livro! Nunca ouvi falar dele, mas um leitura mamão com açucar cheinha de clichês é exatamente o que eu estou precisando no momento. Acabam sendo leitura leves que deixam a gente respirar no meio da rotina pesada!
    Literalize-se

  5. em 19/02/2018

    ADOREI, eu não curto livros, mas sempre busco ler alguns romanticos haha, amei este livro.. achei bem engraçada a história, imagina alguém mandar um bilhetinho e não saber quem é hahaha eu morreria curiosa.

  6. em 19/02/2018

    Amei o livro e fiquei com muita vontade de ler, adoro esses romances assim e esse me pareceu um contexto bem inesperado num lugar mais inesperado ainda que é no cemitério. Talvez tenha pra baixar em pdf né, pois não tenho onde colocar livros mais aqui em casa kkkk. Amei a resenha, ficou muito boa!

    Beijos, Gi.
    Blog About Girls
    http://girlsabout.blogspot.com.br/

    • em 21/02/2018

      Sim a parte do cemitério é meio tensa hahah. Quando comecei a ler, pensei que fosse algo mais macabro! Mas, não é super fofo.

  7. em 19/02/2018

    Nunca tinha ouvido falar desse livro e confesso que não compraria pela capa também, hahah
    Parece ser um livro bem adolescente mesmo, que daria uma série bem legalzinha de assistir :))
    Beijo!

    Sorriso Espontâneo

  8. em 20/02/2018

    Adoro livros de romances que tenham uma leitura fácil, para uma viagem ou algo do tipo. A historia parece ser bem clichê, mas sempre acredito que cada autor dá um toque diferente. Vou procurar o livro depois. Sucesso com o blog!

  9. em 20/02/2018

    Apesar de eu não ler livros assim, parece legal! Gostei muito da sua resenha e passa uma boa ideia antes de alguém ler!

  10. em 20/02/2018

    Existe algo muito terapêutico em escrever cartas que não serão enviadas. Nem sempre queremos que a pessoa saiba como se sente, apenas querendo pôr nossos sentimentos pra fora. Então mesmo não tento o lido a história, já me simpatizei com Juliet. Parece que o estilo de duplo narrador virou moda, já li uns três livros assim. É legal pq nos dá um ângulo diferente para eventos que acontecem. Fico feliz que tenha encontrado uma boa leitura para o seu dia atarefado, sei bem a diferença que um bom livro faz quando estou presa no trânsito. beijos!

    • em 21/02/2018

      Também super me identifiquei com a Juliet.
      Foi o primeiro livro que li nesse estilo, e gostei bastante. Vou procurar outros no mesmo estilo, pois adorei rs

  11. em 21/02/2018

    Aaaaa eu amei a história e fiquei super curiosa! Com certeza eu leria e parece ser super interessante, daqueles livros que quando você percebe já acabou.
    Sua resenha ficou ótima!
    Beijos,
    http://www.nomundodaluablog.com/

  12. em 21/02/2018

    Oi Débora, tudo bem? Realmente muitas vezes julgamos o livro pela capa. Não damos nada pra ele e nos surpreende, assim como o contrário também acontece. Mesmo lendo muitas resenhas sempre leio com a mente aberta para identificar o que ele tem a me ensinar ou os pontos interessantes da história. 450 páginas é muito extenso parece alguns livros do Sidney Sheldon. Beijos da corujinha, Érika =^.^=

    • em 21/02/2018

      Eu gostei muito desse livro, e certeza que ele entrou para a minha lista de favoritos!